A fé que confia mesmo sem compreender
“Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu.”
(Lucas 1,45)
Maria é chamada bem-aventurada não por compreender tudo, mas por acreditar. Sua fé não exigiu explicações, apenas confiança.
Diante do anúncio do Anjo, Maria responde com entrega. Seu “faça-se” mudou a história da humanidade.
Do presépio ao Calvário, Maria caminhou na escuridão da fé, sustentada apenas pela promessa de Deus.
Mesmo sem entender os caminhos divinos, Maria permaneceu firme. A verdadeira fé não depende de provas, mas de confiança.
O romeiro que contempla Maria aprende: a fé cresce no silêncio, fortalece-se na oração e floresce na esperança.