Auld Lang Syne é uma tradicional canção em inglês, típica de Ano Novo.É um poema escocês escrito por Robert Burns em 1788.
 
Há dúvidas se a melodia usada hoje na Escócia e no resto do mundo é a mesma escrita por Burns.

Há um outro lado desta canção. Existe uma vasta fonte de lendas e mistérios bastante intrigantes, com versões diversas em diversos países, que não tinham nenhuma ligação com a Escócia, tida hoje como a terra de onde surgiu tal música.

Uma das versões diz que a origem de Auld Lang Syne, vem dos tempos do antigo continente de Lemúria. Para os que não conhecem, Atlântida não é o único mito de civilização desaparecida que afundou no mar, Lemúria é também uma civilização que teve o mesmo destino.

Segundo Lorde Himalaya, (www.institutoninarosa.org.br) em 1959, a Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente 4 500 000 a.C. até cerca 12 000 anos atrás.  O território pertencente ao gigantesco continente da Lemúria incluía as terras atualmente sob o Oceano Pacífico, bem como o Havaí, as Ilhas de Páscoa, Fidji, a Austrália e a Nova Zelândia. O continente incluía também terras no Oceano Índico e Madagascar. A costa leste da Lemúria prolongava-se até à Califórnia e parte da Colúmbia Britânica no Canadá.

Há 25 000 anos atrás,Atlântida e  Lemúria, duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das “ideologias”.  Tinham duas idéias diferentes acerca de qual seria a direção indicada para a continuidade de outras civilizações neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizações menos evoluídas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua própria evolução, ao seu próprio ritmo, de acordo com os seus próprios entendimentos e caminhos. Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoluídas deveriam ser controladas pelas duas civilizações mais evoluídas. Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida e a Lemúria.

Quando as guerras acabaram e a poeira assentou não sobravam vencedores.  A Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terras-mãe de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras. As pessoas foram então informadas, através dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destruídos.

No dia da destruição, muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram Auld Lang Syne, à medida que afundavam sob as águas. A idéia era a de que todas as experiências horríveis deixassem uma cicatriz e um trauma no corpo etéreo e na memória celular das pessoas, que levam várias vidas encarnadas para curar. Até hoje esta música está no nosso inconsciente coletivo, como herança daqueles dias.

Acredite ou não, o fato é que esta música possui uma aura de mistério bastante interessante para aqueles que gostam do assunto. Por isto é cantada no romper do novo ano, para que lembremos das lições de Lemúria.

Fonte: http://www.lucianopires.com.br

 

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Página Publicada em 14.06.08

Atualizada em 13.12.08

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